No SOS Crises no Autismo, você vai aprender a compreender o que existe por trás de uma crise, reconhecer os primeiros sinais de escalada, prevenir situações que podem ser prevenidas e agir com mais segurança quando a crise já começou.
Mais do que decorar técnicas, você vai aprender a ler a crise. Porque, quando você entende o que está acontecendo, deixa de pensar apenas: “Como faço isso parar?”
e começa a conseguir responder: “Por que essa crise está acontecendo e o que essa pessoa precisa de mim agora?”
Para mães, pais e familiares
Que vivem crises dentro de casa, no mercado, no carro, durante mudanças de rotina ou em outros momentos do cotidiano e querem compreender melhor o que está acontecendo para agir com mais segurança.
Para professores e profissionais da educação
Que lidam com crises, fugas, agressividade, sobrecarga ou desregulação no ambiente escolar e precisam saber como acolher, proteger e agir sem transformar a sala de aula em um ambiente terapêutico.
Para profissionais da saúde
Que atendem pessoas autistas e querem ampliar seu repertório para compreender a função das crises, reconhecer sinais de escalada, prevenir episódios e tomar decisões mais seguras na prática clínica.
Ainda não tem certeza se esse curso é para você?
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Liberdade
para começar quando quiser
Explore o conteúdo dos módulos e descubra o que você irá alcançar ao concluir cada etapa
Antes de aprofundar a teoria, você recebe um mapa simples para entender os três tempos de uma crise: ANTES, DURANTE e DEPOIS.
Aprenda o essencial para agir quando a próxima crise acontecer: como se regular, o que fazer no auge, o que evitar e quando uma situação exige ajuda adicional
Você também está dentro da cena.
Aprenda a reconhecer a sua própria ativação, reduzir a tensão do corpo e entender por que a regulação de quem cuida pode fazer diferença na forma como a crise evolui.
Não é autocuidado como luxo. É manejo de crise começando por quem precisa sustentar a situação.
Birra, crise e sobrecarga não são a mesma coisa — e responder da mesma maneira a situações diferentes pode piorar o problema.
Você vai aprender a olhar para o comportamento como um sinal e compreender melhor o papel da comunicação, da autorregulação, das questões sensoriais e até de fatores biológicos na desregulação.
Em vez de tentar adivinhar o motivo de uma crise, aprenda a investigar.
Você conhecerá uma árvore de decisão que ajuda a observar questões físicas, sensoriais, comunicativas e comportamentais, além de identificar padrões e possíveis gatilhos.
Ao final, você começa a trocar o palpite por um método.
A crise tem uma curva.
E quanto mais cedo você percebe que ela começou a subir, menor pode ser a intervenção necessária.
Aprenda a reconhecer as etapas da crise, observar sinais precoces, entender a função do comportamento e ajustar ambiente, demanda, rotina e previsibilidade antes que a situação chegue ao limite.
Agora, as ferramentas de autorregulação saem da teoria e entram na cena real.
Você vai aprender a reconhecer a sua própria escalada durante uma crise e perceber como tom de voz, postura, pressa, distância e até excesso de fala podem ajudar a reduzir — ou aumentar — a ativação.
Quando a crise chega ao auge, não é hora de ensinar.
É hora de tomar boas decisões.
Você vai conhecer ferramentas para decidir o que fazer em segundos, reduzir demandas, proteger a pessoa e quem está ao redor, evitar atitudes que reengatilham a crise e compreender quando uma situação muda de manejo para emergência.
A crise passou. Mas o trabalho não terminou.
Aprenda como conduzir a recuperação, reparar o vínculo sem sermão ou culpa, ensinar formas mais funcionais de pedir ajuda, pausa ou comunicar desconforto e usar cada episódio para ajustar o plano de prevenção.
O “depois” de uma crise pode mudar a próxima.
O corpo muda. O mundo social muda. E as crises também mudam.
Entenda as particularidades da adolescência, o impacto da puberdade, do masking, das relações sociais, das telas, dos meltdowns e dos shutdowns.
Aprenda também como aumentar progressivamente a participação do próprio adolescente na identificação e no manejo da sua desregulação.
Sono, dor, alterações fisiológicas, saúde mental e medicação também fazem parte dessa conversa.
Neste módulo, a visão médica complementa o que você aprendeu ao longo do curso, ajudando a reconhecer situações que precisam de investigação e quais perguntas levar para o profissional que acompanha a pessoa autista.
Educação em saúde, nunca prescrição à distância.

Psicóloga, neurocientista e especialista em autismo, Mayra Gaiato dedica sua carreira ao desenvolvimento de crianças e adolescentes autistas e à formação de famílias e profissionais.
É fundadora do Instituto Singular e reconhecida por traduzir conhecimento técnico e científico para a vida real, aproximando ciência, prática clínica e cotidiano.

Médico psiquiatra e mestre em saúde mental, especializado em neurociência do autismo.
No SOS Crises, complementa a abordagem comportamental com a visão médica sobre aspectos biológicos, saúde mental, medicação, fatores de risco e situações que precisam de avaliação profissional.
Estamos comprometidos com uma boa experiência. Se você não estiver completamente satisfeito nos 7 primeiros dias, reembolsamos o valor investido sem complicações.